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02 — Refrativa

Liberdade dos óculos, com critério.

Não existe uma técnica única para todos. A escolha entre LASIK, PRK e SMILE depende da sua córnea, do seu grau e da sua rotina — só depois de exames detalhados a indicação é feita.

Técnicas disponíveis

Três caminhos. Uma indicação para o seu caso.

Laser com flap corneano

LASIK

Padrão-ouro para muitos casos. Recuperação visual rápida e pouco desconforto no pós-operatório.

Indicado para

Pacientes com córnea regular, espessura adequada e estilo de vida sem trauma ocular frequente.

Visão funcional em 24–48h · Estabilização em 30 dias

Vantagens

  • +Visão funcional em 24–48h
  • +Pouco desconforto pós-operatório
  • +Excelente para miopia, hipermetropia e astigmatismo moderados

A considerar

  • Exige córnea com espessura suficiente
  • Contraindicado em córneas suspeitas (ectasia)
  • Risco maior em esportes de contato pelo flap

Como funciona

Da avaliação ao primeiro dia sem óculos.

01

Avaliação detalhada

Topografia, paquimetria, aberrometria e mapeamento de córnea para entender se a refrativa é segura para você.

02

Indicação técnica

Discussão das opções (LASIK, PRK ou SMILE) com base nos exames, sua rotina e expectativas visuais.

03

Procedimento

Cirurgia ambulatorial, anestesia tópica, duração total de poucos minutos por olho.

04

Pós-operatório

Retornos programados e canal direto com a doutora durante todo o período de estabilização.

Detalhe macro da íris de um olho humano — avaliação para cirurgia refrativa em Brasília

Outra jornada

Se a sua questão é catarata, há um caminho específico.

Avaliação, escolha de lente intraocular (monofocal, bifocal, trifocal ou EDOF) e cirurgia conduzida em centro hospitalar.

Ver jornada da catarata →

Próximo passo

Avaliar sua córnea é o que define a melhor técnica.

Agendar avaliação refrativa →

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

A cirurgia refrativa é um procedimento oftalmológico indicado para corrigir erros de refração, como miopia, astigmatismo e hipermetropia. O objetivo é reduzir a dependência de óculos ou lentes de contato, desde que o paciente tenha indicação segura após avaliação médica e exames específicos.

A indicação depende de fatores como idade, estabilidade do grau, espessura e formato da córnea, saúde ocular, presença de olho seco e histórico de doenças nos olhos. Por isso, a decisão não deve ser baseada apenas no grau, mas em uma avaliação oftalmológica completa.

A avaliação pré-operatória pode incluir exames como topografia de córnea, tomografia de córnea, paquimetria, refração, avaliação da superfície ocular e outros exames conforme o caso. Esses exames ajudam a entender se a córnea tem condições seguras para o procedimento e qual técnica pode ser mais adequada. Diretrizes do CBO destacam a importância de exames como topografia, tomografia e avaliação da espessura corneana no planejamento da cirurgia refrativa.

PRK, LASIK e SMILE são técnicas diferentes de cirurgia refrativa. A escolha depende de fatores como grau, espessura da córnea, curvatura, estilo de vida, olho seco e segurança biomecânica da córnea. Não existe uma técnica melhor para todos; existe a técnica mais indicada para cada paciente.

Em muitos casos, sim. A cirurgia refrativa pode corrigir miopia, astigmatismo e hipermetropia, isolados ou combinados, desde que os exames mostrem que o paciente tem indicação segura para o procedimento.

Quando bem indicada, planejada com exames adequados e realizada por oftalmologista habilitado, a cirurgia refrativa é um procedimento reconhecido na prática oftalmológica. Ainda assim, como qualquer cirurgia, envolve riscos e limitações. Por isso, a consulta pré-operatória é essencial para avaliar segurança, benefícios, alternativas e expectativas.

O tempo de recuperação varia conforme a técnica utilizada e a resposta individual do paciente. Algumas técnicas podem ter recuperação visual mais rápida, enquanto outras exigem mais dias de cuidado e adaptação. A liberação para trabalho, telas, direção, atividade física e maquiagem deve ser orientada pela médica no pós-operatório.

O valor depende da técnica indicada, dos exames necessários, da estrutura cirúrgica, da tecnologia utilizada e das características de cada caso. Antes de falar em preço, é importante confirmar se o paciente realmente tem indicação segura para a cirurgia.

Outras dúvidas frequentes

Pode haver alguma regressão ou mudança visual ao longo do tempo, dependendo da idade, estabilidade prévia do grau, cicatrização e características individuais. Por isso, avaliar a estabilidade do grau antes da cirurgia é uma etapa importante.

Depende. O olho seco precisa ser avaliado e, em alguns casos, tratado antes da cirurgia. A presença de olho seco não significa automaticamente contraindicação, mas exige mais cuidado na indicação e no planejamento.

Durante o procedimento, são usados colírios anestésicos para reduzir desconforto. A sensação no pós-operatório pode variar conforme a técnica, especialmente entre PRK, LASIK e SMILE. A médica orienta previamente o que esperar em cada caso.

A liberação para dirigir depende da recuperação visual, da técnica realizada e da avaliação médica. O ideal é não dirigir até receber orientação segura no pós-operatório.

Sim, a Dra. Luiza atende plano de saúde. Como a aceitação varia conforme a unidade, entre em contato para confirmar em qual unidade o seu plano é atendido. Para cirurgia refrativa, a ANS prevê cobertura obrigatória de PRK ou LASIK para pacientes acima de 18 anos, com grau estável há pelo menos um ano e que preencham os critérios técnicos relacionados ao grau.

A única forma segura é passar por uma avaliação oftalmológica completa. A médica irá analisar seu grau, córnea, superfície ocular, exames, rotina e expectativas para definir se a cirurgia é uma boa opção.

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